Mecanismo de pesquisa:

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Chicon na Mídia (clique na imagem)


Projeto de Rodrigo Chicon (meu primo) na revista Quatro Rodas de janeiro de 2011.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Ford Maverick




Maverick foi um automóvel criado pela Ford dos Estados Unidos que obteve grande sucesso em seu país de origem. Também foi fabricado no Brasil entre 1973 e 1979, onde foi lançado com enfoque comercial bem diferente do americano e, apesar de não ter obtido sucesso em vendas, tornou-se lendário e hoje é cultuado por pessoas de várias idades.


O modelo americano




Ao fim dos anos 60, ainda antes da crise do petróleo da década seguinte, a Ford norte-americana buscava um veículo compacto, barato e econômico --- pelo menos para os padrões do país --- que pudesse fazer frente à crescente concorrência dos carros europeus e japoneses. O modelo compacto que a fábrica tinha até então, o Ford Falcon, não era tão compacto assim e já estava obsoleto, ainda mais depois que a própria fábrica lançou o moderno e bem-sucedido Mustang em 1964, o qual inaugurou a era dos Pony Cars (Compactos), na contramão dos carros enormes e cheios de frisos que dominaram o mercado Norte-Americano nas décadas de 50-60.
No dia 17 de abril de 1969 o Maverick foi lançado por US$ 1.995, com 15 cores disponíveis e motores de 2,8 e 3,3 litros, ambos de seis cilindros. Apenas dois anos mais tarde, em 1971, foi lançado o famoso propulsor V8 de 302 Polegadas Cúbicas para o Maverick. Este motor já equipava algumas versões do Mustang e a Ford, a princípio, relutou em equipá-lo no Maverick, temerosa de que isto prejudicasse a sua imagem de carro mais compacto, barato e econômico. A Ford o anunciou como o veículo ideal para jovens casais, ou como segundo carro da casa. O estilo, com o formato fastback da carroceria, foi claramente copiado do Mustang, mas suavizado. O sucesso foi imediato e logo no primeiro ano foram vendidas 579.000 unidades --- uma marca melhor do que a do próprio Mustang.
Logo vieram outras versões, com apelo esportivo ou de luxo e motorizações diferentes, como os Maverick Sprint e Grabber. Em 1971 outra marca do grupo Ford, a Mercury, lançou o Comet, que basicamente era o mesmo Maverick com grade e capô diferentes. Os dois modelos fizeram sucesso mesmo depois do estouro da crise do petróleo, em 1973, apesar de neste período ter ficado evidente a necessidade de carros ainda mais compactos. Os dois modelos foram produzidos, com poucas modificações, até 1977
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O Maverick no Brasil


Em 1967 a Ford, que tinha operações ainda pequenas no Brasil, adquiriu o controle acionário da fábrica da Willys Overland no país. Após extensas modificações, Ford finalizou o projeto que a Willys vinha fazendo em parceria com a fábrica francesa Renault para substituir o Gordini --- e lançou o bem-sucedido Corcel, como opção para a faixa de carro popular da Ford Brasil. Além do novo compacto, foram mantidos em fabricação, como opção de carros médios, os modelos já existentes Aero Willys 2600 e sua versão de luxo Itamaraty.
Porém, os modelos da Willys, que haviam sido remodelados em 1962 mas ainda eram originários do pós-guerra, já estavam bastante defasados no início da década de 1970. O Galaxie já vinha sendo fabricado desde 1967 mas era demasiadamente luxuoso e caro, com acessórios como direção hidráulica, ar condicionado e câmbio automático. E a General Motors do Brasil, com a marca Chevrolet, lançou em 1968, para abocanhar a faixa de mercado dos carros médios de luxo, o Opala, baseado no modelo europeu Opel Rekord e no modelo americano Chevrolet Impala. A Ford, então, precisava de um carro com estilo e, para os padrões brasileiros, de médio-grande porte.
A fábrica fez um evento secreto com 1.300 consumidores em que diferentes veículos foram apresentados sem distintivos e logomarcas que permitissem a identificação --- entre eles, estavam o modelo da Ford alemã Taunus, o Cortina da Ford inglesa, o Maverick e até mesmo um Chevrolet Opala, cedido pela própria Chevrolet do Brasil. Essa pesquisa de opinião indicou o moderno Taunus como o carro favorito dos consumidores brasileiros, que sempre tiveram preferência pelo padrão de carro Europeu.
Mas a produção do Taunus no Brasil se mostrou financeiramente inviável, especialmente pela tecnologia da suspensão traseira independente e pelo motor pequeno e muito moderno para a época. Preocupada em não perder mais tempo, com o Salão do Automóvel de São Paulo se aproximando, a Ford preferiu o Maverick, que, por ter originalmente motor de seis cilindros, tinha espaço suficiente no capô para abrigar o motor já fabricado para os modelos Willys, e a sua suspensão traseira de molas semi-elípticas era simples e já disponível. Apesar do motor Willys ter sido concebido originalmente na década de 1930, esse foi o meio que a Ford encontrou para economizar em torno de US$ 70 milhões em investimentos para a produção do Taunus. Esse procedimento, que mais tarde chegaria ao conhecimento público, acabou manchando a imagem do Maverick antes mesmo do seu lançamento.
O velho motor Willys de seis cilindros ainda era grande demais para o capô do Maverick, e por isso a Ford precisou fazer um redesenho do coletor de exaustão, e nos testes isso causou constantemente a queima da junta do cabeçote. Para amenizar o problema, foi criada uma galeria externa de refrigeração específica para o cilindro mais distante da frente, com uma mangueira específica só para ele. A primeira modificação no motor 184 (3 litros), como era conhecido na Engenharia de Produtos da Ford, foi a redução da taxa de compressão para 7,7:1. Esse motor, que em pouco tempo se tornou o maior vilão da história do Maverick no Brasil, seria o básico da linha, pois a fábrica já previa o lançamento do modelo com o famoso motor 302 V8, importado do México, como opcional. Dados coletados pelos jornalistas informavam que a Ford gastou 18 meses e 3 milhões de cruzeiros em engenharia, e mais 12 milhões de cruzeiros em manufatura, para modernizar o velho motor 184.
A Ford organizou uma pré-apresentação do Maverick com o motor 184 a cerca de 40 jornalistas no dia 14 de maio de 1973 no prédio do seu Centro de Pesquisas. No dia seguinte à apresentação, o Jornal da Tarde de São Paulo publicou uma reportagem intitulada "O Primeiro Passeio no Maverick --- o repórter Luis Carlos Secco dirigiu o Maverick na pista de teste da Ford, em São Bernardo do Campo". Os comentários foram de que o carro era silencioso, confortável e ágil.
O primeiro Maverick nacional de produção deixou a linha de montagem em 4 de junho de 1973. O público já começava a interessar-se pelo modelo desde o Salão do Automóvel de São Paulo de1972, quando o carro foi apresentado. O que seguiu foi uma das maiores campanhas de marketing da indústria automobilística nacional, contando inclusive com filmagens nos Andes e naBolívia.
A apresentação oficial à imprensa ocorreu no dia 20 de junho de 1973, no Rio de Janeiro. Como parte da campanha de publicidade do novo carro, o primeiro exemplar foi sorteado. No Autódromo Internacional do Rio de Janeiro, em Jacarepaguá, foi realizado um test-drive, onde os jornalistas convidados puderam dirigir nove Mavericks, seis deles com motor de 6 cilindros e três com o V8 302, importado.
O carro apresentava inicialmente três versões: Super (modelo standard), Super Luxo (SL) e o GT . Os Super e Super Luxo apresentavam-se tanto na opção sedã (quatro portas - lançado alguns meses após o lançamento do Maverick) como cupê (duas portas), sendo sua motorização seis cilindros em linha ou, opcionalmente, V8, todos com opção de câmbio manual de quatro marchas no assoalho ou automático de três marchas na coluna de direção. Já o Maverick GT era o top de linha. Com produção limitada, ele se destacava externamente pelas faixas laterais adesivas na cor preta, capô e painel traseiro com grafismos pintados em preto fosco, rodas mais largas, um par de presilhas em alumínio no capô e, internamente, um conta-giros sobreposto à coluna de direção do volante. O Maverick GT vinha equipado com motor de 8 cilindros em V de 302 polegadas cúbicas, potência de 199 hp (potência bruta, 135 hp líquido), e 4.950 cm3 de cilindrada oferecido somente com câmbio manual de quatro marchas com acionamento no assoalho. O Maverick equipado com motor V8 podia acelerar de 0 a 100 km/h em pouco mais de dez segundos.
Porém, após sucessivos testes realizados por revistas especializadas, os defeitos do novo carro da Ford foram se evidenciando. As revistas criticavam a falta de espaço traseiro nos bancos, bem como a má visibilidade traseira, devido ao formato Fastback do carro. A versão de quatro portas não tinha nenhum desses dois problemas, mas o público brasileiro, à época, tinha preferência por carros de duas portas e o modelo com quatro portas não foi bem aceito. Mas a principal fonte de críticas do Maverick no Brasil foi o motor de seis cilindros herdado do Willys / Itamaraty. Pouco potente, ele acelerava de 0 a 100 km/h em mais de 20 segundos e seu consumo era injustificavelmente elevado, o que deu ao Maverick a fama de 'beberrão' que muito pesou nos anos da crise do petróleo. Era um motor que "andava como um quatro cilindros e bebia como um oito",como afirmava a opinião pública na época. Na verdade esse motor, em algumas faixas de velocidade, consumia até mais do que o motor de oito cilindros.
Em 1975, com a conclusão da fábrica de motores da Ford em Taubaté, São Paulo, ele foi abandonado e substituído por um moderno motor de 2,3 litros e quatro cilindros em linha, com comando de válvulas no cabeçote e correia dentada. Era o famoso propulsor Georgia 2.3 OHC. Esse motor, que deu ao veículo um desempenho mais satisfatório, tinha uma aceleração melhor do que o antigo 6 cilindros (0 - 100 Km/h em pouco mais de 16 segundos) e um consumo bem menos elevado (média de 7,5 km por litro de gasolina). Infelizmente o motor 4 cilindros, injustamente, herdou parte da má fama do seis cilindros, pois muitos se perguntavam: se o motor de seis cilindros é tão fraco como pode a Ford oferecer um motor ainda menor? As críticas, ainda que infundadas se tratando do novo motor, e somadas ao fato de o modelo 4 cilindros ter potência alegada de 99 cv brutos,(80 cv líquidos) devido a uma estratégia da Ford para pagar menos taxas na fabricação (para o 6 cilindros a Ford declarava 112 cv brutos), contribuiu para o rápido declínio do Ford Maverick.
Ainda no ano de 1975, com o objetivo de homologar o Kit Quadrijet para as pistas na extinta Divisão I (leia mais abaixo), a Ford lançou no Brasil o famoso Maverick Quadrijet. Verdadeira lenda entre os antigomobilistas e amantes de velocidade, o Maverick Quadrijet era um Maverick 8cc cujo motor era equipado com um Carburador de corpo Quádruplo (daí o nome "Quadrijet"), coletor de admissão apropriado, comando de válvulas de 282º (mais brabo) e Taxa de Compressão do motor elevada para 8:5:1 (a dos motores normais era de 7:3:1), aumentando a potência do carro de 135 cv para 185 cv (potência líquida) a 5.600 RPM. Com essas modificações, de acordo com o teste realizado pela Revista Auto Esporte de setembro de 1974, o Ford Maverick acelerou de 0 a 100 km/H em incríveis 6,5 segundos e atingiu a Velicidade Máxima de 205 km/h. Mas devido ao alto custo, na época, das peças de preparação importadas que compunham o Kit Quadrijet (que também podia ser comprado nas revendedoras autorizadas Ford e instalado no motor), pouquíssimos Mavericks saíram de fábrica com essa especificação.
No final de 1976, já como modelo 77, foi apresentada a denominada Fase 2 do Maverick. Além de algumas alterações estéticas, como um novo interior, grade dianteira e novas lanternas traseiras, maiores, também trazia algumas melhorias mecânicas como sistema de freios mais eficiente, eixo traseiro com bitola mais larga (melhorando o espaço no banco traseiro, que também foi redesenhado) e suspensão revista para o uso de pneus radiais.
Nesta fase foi introduzida a versão LDO ("luxuosa decoração opcional"), que passou a ser a versão mais cara do Maverick, com acabamento mais refinado e interior monocromático combinando tonalidades de marrom (a maioria) ou azul. Para essa versão foi lançado, como equipamento opcional, um câmbio automático de 4 marchas com acionamento no assoalho, somente para os Mavericks LDO's equipados com o motor 2,3 litros. As versões Super e Super Luxo continuaram a ser produzidas, todas com o motor 2.3 OHC de série.
O modelo GT foi o modelo que sofreu as alterações mais drásticas. Em nome de uma maior economia, com a desaprovação de muitos, passou a ser oferecido com o motor 2.3 OHC de série, tendo o 302-V8 se tornado opcional para todos os modelos. Houve mudanças também nas faixas laterais, no grafismo traseiro e o capô ganhou duas falsas entradas de ar.
O Ford Maverick nacional teve sua produção encerrada em 1979, após 108.106 unidades produzidas.
Durante as décadas de 80 e 90, com a inflação e a alta constante dos preços de combustível, o Ford Maverick foi relegado ao posto de carro ultrapassado, obsoleto e beberrão e, durante esse período, a grande maioria deles foi parar nos subúrbios das grandes cidades ou nos ferros-velhos. Mas essa triste realidade começou a mudar no início do século XXI. Atualmente, em uma época onde reinam os pequenos e frágeis carros feitos quase inteiramente de plástico e chapas de aço finíssimas, o Maverick chama a atenção por onde passa, sendo considerado um dos poucos verdadeiros Muscle Car brasileiros (apesar de ter nascido como um Pony Car).
O Maverick com motor V8 é na atualidade um objeto de desejo dos admiradores de carros antigos nacionais. Um modelo GT ou LDO (este raríssimo com motor V8) bem conservado e com as características originais é item de coleção.
O Maverick com motor 4 cilindros atualmente é o mais comum dentre os apreciadores, devido ao maior número produzido (com relação ao modelo V8),e seu baixo custo, apesar da dificuldade de reposição de peças, sua durabilidade e as grandes possibilidades de preparação ainda o tornam um item de desejo.














Sucesso nas pistas


Os Maverick equipados com o potente motor V8 fizeram algum sucesso nas pistas brasileiras, de 1973 a 1977 das quais participou, como o Campeonato Brasileiro de Turismo, provas de Endurance e a antiga Divisão 3.
Devido à grande capacidade cúbica do motor 302 V8, alguns Maverick 8 cilindros receberam extensas modificações, como por exemplo o modelo construído pela Ford especialmente para a Divisão 3, por intermédio do preparador Luiz Antonio Greco. O motor recebeu, entre outros itens, cabeçotes de alumínio Gurney-Weslake, iguais aos usados no lendário Ford GT-40, comando de válvulas especial e 4 carburadores de corpo duplo Weber 48 IDA. Segundo relatos, com esta modificação o motor atingiu a potência de 350cv líquidos, cerca de 3 vezes a potência original.
No Campeonato Brasileiro de Turismo o maior rival do Maverick era o Chevrolet Opala, um carro bastante potente, um pouco mais leve e econômico com seu motor de 6 cilindros e 4,1 litros. Tal disputa durou até a retirada do apoio oficial da Ford do Brasil a esta competição, por causa dos resultados pouco expressivos do Maverick nas pistas o que acabou originando o Campeonato Brasileiro de Stock Car, uma categoria que por anos foi monomarca e só teve Opalas.
Grandes pilotos tiveram o Maverick sob seu comando nas competições, entre eles Bird Clemente, Nilson Clemente, José Carlos Pace, Bob Sharp, Edgar Mello Filho e Paulo Gomes, o "Paulão" , Wellington Silva e o argentino Luís Ruben Di Palma.









































































































































































































































































































































































































































Como ele seria hoje:

















quinta-feira, 22 de abril de 2010

Gol Placa Preta







O Gol Fest, que aconteceu no último sábado (10) e comemorou os 30 anos de produção do Gol, atraiu cerca de 25 mil pessoas ao Sambódromo do Anhembi, em São Paulo. O evento reuniu 44 versões históricas do compacto, além de ter marcado a concessão da primeira placa preta a um Gol.

O presenteado foi o paulistano Arnaldo Bruno, dono de um Gol 1980 com 90% das peças originais. A placa preta é permitida para veículos com mais de 30 anos e que tenham no mínimo 80% de sua originalidade. A avaliação é feita pela FBVA – Federação Brasileira de Veículos Antigos.

O evento também marcou um recorde histórico: 460 automóveis formaram a palavra “GOL”, manobra que conquistou o certificado do “Guinness Book” como o maior mosaico de automóveis do mundo. Quem esteve no Sambódromo também pode conferir o Gol Vintage, série feita especialmente para a data e que trazia uma guitarra e um amplificador no porta-malas.


quarta-feira, 3 de março de 2010

terça-feira, 2 de março de 2010

Corinthians acaba de fechar parceria com a equipe RVR Motorsport



O caminhão, que terá motor Scania. O número 100 fará alusão ao centenário alvinegro em 2010.



O clube acaba de fechar parceria com a equipe, do piloto paulista Roberval Andrade, para a temporada 2010 do Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck

O projeto do Sport Club Corinthians Paulista é de estender para as pistas de automobilismo a paixão que sua torcida manifesta há um século no futebol. O clube acaba de fechar parceria com a equipe RVR Motorsport, do piloto paulista Roberval Andrade, para a temporada 2010 do Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck. O clube, já vinculado às corridas pela Fórmula Superleague, também estará na Stock Car, com a equipe de Ricardo Zonta e Ricardo Sperafico.

Com a parceria, nasce a RVR Corinthians Motorsport. “Estou orgulhoso, e tenho a noção da minha responsabilidade e do meu compromisso representando duas marcas mundiais”, afirma Andrade, em alusão à Scania e ao alvinegro. “Nós tivemos o contrato com a Scania renovado nesta semana, reafirmando a confiança no nosso trabalho. O Corinthians chega à equipe justamente no ano do centenário do clube, o que também traduz uma grande confiança”, ele define.

O caminhão da RVR Corinthians Motorsport para a temporada 2010, que terá o número 100 em alusão ao centenário de criação do clube, será apresentado na próxima terça-feira dia 2, em São Paulo, em solenidade no estádio do Pacaembu. “A parceria com o Corinthians acontece em um bom momento para nós, vejo a novidade como reflexo do bom trabalho que a equipe fez em 2009”, diz o piloto, que na última temporada conquistou três vitórias.

Roberval Andrade vê na chegada do Corinthians um momento importante também para a Fórmula Truck. “Com a presença do clube, a categoria vai ganhar uma visibilidade expressiva. O evento tem uma grandeza natural, e isso é fruto do trabalho de todas as equipes. Fico feliz por poder contribuir com esse processo trazendo para a Truck um nome tão forte e tão marcante”, afirma o representante corintiano, campeão de 2002 e vice em 2005 e 2007.

O diretor de Marketing do Corinthians, Luís Paulo Rosenberg, aposta no sucesso da parceria. “Todo brasileiro sonhou um dia em ser caminhoneiro, é o que diz o ditado. Unir o sonho com competição e a paixão que o Corinthians desperta é algo que não poderíamos deixar passar”, afirma. “A média de público que a F-Truck tem é impressionante, e nós temos de aproveitar para ter contato com esse público e com o nosso torcedor”, complementa.

Com Andrés de 'piloto', Corinthians mostra seu caminhão para a F-Truck



O Corinthians apresentou nesta terça-feira seu caminhão para a temporada 2010 da Fórmula Truck. O evento contou com a presença do presidente do time alvinegro Andrés Sanchez, que entrou no carro e ligou o motor, se mostrando assustado logo depois.

“Está maluco! Atinge 200 km por hora um caminhão desses! Por isso que ele entrou para esse bando de louco”, afirmou o mandatário corintiano olhando para Roberval Andrade, que será o piloto que representará o Corinthians na competição.

Andrés disse que se sentiu desconfortável ao entrar no carro da Fórmula Truck. “Não dá para se mexer aqui, ou sou eu que estou gordo”, brincou o presidente do Corinthians. “Está fora da medida. Por isso ficou um pouco junto”, retrucou Andrade de forma gentil.

O novo piloto do Corinthians celebrou a parceria entre futebol e velocidade, para divulgar melhor a Fórmula Truck. “Quero fazer história ao defender o Corinthians. É muito boa essa fusão entre o futebol e o motor. Quero representar muito bem o time”.

Andrés Sanchez citou o pioneirismo do Corinthians ao investir em outros esportes, e espera que os rivais do futebol façam o mesmo. O presidente explicou que, a princípio, não espera lucrar com essas ações.

“Estamos tentando desenvolver a categoria, correndo atrás de patrocínios. Não vemos a Fórmula Truck tanto pelo financeiro, mas sim pelo institucional”, reconheceu o presidente.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Novo sedan da GM? Não o velho e bom Corsa Sedan Classic remodelado.


Fotografado por mim em 19/02/2010 em São Caetano do Sul.


quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Recall de 193 mil unidades do Voyage e Novo Gol começa hoje



Começa nesta quinta-feira o recall convocado pela Volkswagen no Brasil para os modelos Novo Gol e Voyage. Segundo a montadora, problemas de engraxamento no rolamento das rodas traseiras destes modelos podem causar ruído e travamento da roda ou, em casos extremos, o desprendimento da roda.

Estão envolvidos no recall modelos fabricados em 2009 (modelo 2010) com os seguintes chassis: 9P 032 093 a 9P 087 269; 9T 152 912 a 9T 255 796; AP000 001 a AP 049 248; e AT 000 001 a AT 051 483.

Segundo a Volkswagen, cerca de 193 mil carros estão envolvidos no recall. A empresa afirmou que os veículos produzidos a partir de julho de 2009 não estão afetados. O serviço será gratuito. A montadora colocou o número 0800-019-5775 à disposição dos clientes para esclarecimento de dúvidas.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Fórmula 1 e Corinthinas com Barrichello na torcida.




O piloto Rubens Barrichello esteve no Parque São Jorge na tarde desta segunda-feira. Ganhou uma camisa 9 (número de Ronaldo no Corinthians e o seu na Williams) da equipe de Mano Menezes, conversou com os jogadores e disse que espera comemorar dois títulos inéditos em 2010: um no futebol e outro na Fórmula 1.

"Falando na terceira pessoa, o Rubinho é um piloto que já ganhou muita coisa e que agora sonha com a conquista da Fórmula 1. Vamos esperar para ver se será possível. Já o Corinthians é um time muito bem treinado, que cresceu com os problemas do passado e agora quer ganhar a Copa Libertadores da América", disse o piloto.

Rubens Barrichello e Corinthians apostam na experiência para obter sucesso na temporada. O apoio será mútuo. Em 2009, o piloto desfilou diversas vezes no paddock com o uniforme do seu time de coração. E agora ganhou a torcida do elenco corintiano como retribuição. "Essa troca de energia é boa e me deixa muito animado", afirmou.

Para visitar o Parque São Jorge, Barrichelo convenceu a esposa Silvana a liberar os filhos Eduardo e Fernando dos compromissos escolares. Os garotos realizaram o sonho de conhecer Ronaldo e os demais jogadores do Corinthians. "Eles são fãs de futebol e têm ídolos, como todo mundo. Até já aprenderam a xingar quando vão ao estádio", disse.

O piloto, ao contrário, não fez exigências ao elenco corintiano. Rubinho sabe por experiência própria que é difícil lidar com a pressão por conquistas. "Os jogadores estão aqui para ganhar e farão o máximo para isso. É a mesma coisa de quando alguém me diz para ganhar o Grande Prêmio do Brasil. Sonho com isso todos os dias, né?", afirmou.

"Por enquanto, é muito cedo para falar sobre as minhas chances na Williams. A equipe é maravilhosa, mas prefiro ter os pés no chão. O mais importante é a garra, minha e do Corinthians. O Dentinho, por exemplo, é um cara que sempre vai para cima. O Felipe é um baita guerreiro. O Corinthians é o reflexo do Brasil: formado por um povo lutador, que acorda de manhã com a esperança de vencer", disse o corintiano Rubens Barrichello.

Gazeta Esportiva

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

O carro alvinegro já tem data para estrear na Stock.




No ano de seu centenário, o Corinthians terá uma equipe na Stock Car, principal categoria do automobilismo nacional. Com passagem pela Fórmula 1, o experiente paranaense Ricardo Zonta pilotará um carro com o número 100 em alusão à data comemorativa ao aniversário do clube.

Ao comentar o assunto, Luis Paulo Rosemberg, diretor de marketing do Corinthians, chegou a citar a Ferrari. "Você já imaginou nossa torcida lotando as pistas para ver o Corinthians na Stock? Vai ser uma sintonia próxima do que a Ferrari tem na Itália", afirmou o dirigente.

Em parceria com a RZ MotorSport, equipe de Ricardo Zonta, o Corinthians participará das 12 etapas da categoria durante o ano. "O automobilismo é umas das grandes paixões do brasileiro. O que esse projeto proporciona é juntar isso com o amor do corintiano que é, com certeza, um dos maiores fenômenos do Brasil", disse Rosemberg.

O piloto Ricardo Zonta, que diz torcer pelo clube alvinegro em São Paulo, comemora o acordo com o clube. "Estamos muito honrados por representar o Corinthians na Stock Car. Ter a nossa equipe escolhida para levar o nome de um dos maiores clubes do Brasil e do mundo, que trabalha com muito profissionalismo, nos deixa muito felizes", disse.

O carro alvinegro já tem data para estrear na principal categoria do automobilismo brasileiro. Nos dias 1 e 2 de março, serão realizados os primeiros treinos da temporada da Stock Car, em Interlagos. No dia 28 do mesmo mês, a equipe disputa sua primeira corrida no mesmo autódromo.


"Agora, vamos nos esforçar mais ainda para representar a enorme nação corintiana nos autódromos e contamos com sua torcida e apoio. Para a categoria, também acredito que será uma novidade muito interessante e que vai atrair ainda mais fãs", completou Ricardo Zonta.

A presença do Corinthians no automobilismo não é novidade, já que o clube também participa da Fórmula Superliga, categoria que reúne alguns dos maiores times do mundo. O brasileiro Antônio Pizzonia, são-paulino assumido, foi o piloto que representou o clube nas últimas temporadas.

Gazeta Esportiva

Corinthians pode ter carro nº 100 na Stock, diz revista




O Corinthians vai aumentar sua franquia no automobilismo. Depois de duas temporadas sem muitas vitórias na Fórmula Superleague, o clube de São Paulo deve colocar um carro na Stock Car V8. Segundo a revista Veja, o anuncio deve ser feito na próxima segunda-feira. O time fará uma parceria com a RZ Racing, de Ricardo Zonta, que confirmou que todos os detalhes foram acertados na última sexta-feira. Ricardo Sperafico deve ser o segundo piloto da escuderia.

Os movimentos do time começaram há algum tempo. O clube conseguiu cancelar a exclusividade da marca nas pistas da Fórmula Superleague e conseguiu o direito de uso do número 100 na Stock Car V8. O Corinthians busca viabilizar sua marca por outros meios com a ação. A Stock terá cinco corridas transmitidas ao vivo pela Rede Globo e patrocínios polpudos em 2010. Um "amigo" em campo será "inimigo" nas pistas. Roberto Carlos tem uma equipe na Stock, a RC3 Bassani.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Bons motoristas podem trocar multa por advertência

Há doze anos em prática, o Código Brasileiro de Trânstio ainda guarda seus segredos.

Entre eles está o artigo 267 que diz: " poderá ser imposta a penalidade deadvertência por escrito `a infração de natureza leve ou média, passível de serpinida com multa, não sendo reicindente o infrator, na mesma infração, nosúltimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário infrator,entender esta providencia como mais educativa."

Trocando em miúdos, se você é um bom motorista e pela primeira vez comete umainfração leve ou média, pode pedir a substituição da multa por uma advertência.Os pontos constarão na carteira, mas não sera preciso desembolsar dinheiro parapagar a multa.

Mas porque ninguém sabia até hoje desse artigo? Segundo Antonio Carlos AugustoGama, advogado e professor de direito adminstrativo, quem sabia da lei deve terguardado para si a informação e ao não colocá-la em prática, o Estado demonstraque está mais preocupado com a arrecadação. "Há um principio legal que ointeressado põe os fatos, cabendo a correta aplicação da lei ao magistrado ouaquele que julga, mesmo em processos administrativos. Portanto, pelosprincípios da legalidade e da autotutela, que permite a revisão de ofícios dosseus próprios atos, a administracão ao julgar o recurso, ainda que o recorrentenão tenha pedido a transformação da multa da advertencia, deveria fazer isso deofício verificando que o infrator reúne os requisitos legais para o benefício.Ao não fazer isso, administração demostra que dá mais valor a arrecadar asmultas do que aplicar com adequação e justiça a reprimenta ao infrator", afirmao professor de direito.

Para requerer o benefício, o motorista deve procurar um dos postos deatendimento do Detran do seu estado com uma cópia da carteira de habilitação ea notificação da multa em um prazo de até 30 dias após a chegada da autuação. Ocaso deve ser analisado pelo Detran que levará em conta o histórico dos últimoscinco anos do motorista.